22 setembro 2006
13 setembro 2006
08 setembro 2006
Desculpe, Jonh Lennon...
Eu não estava lá quando os Beatles estavam mudando a cabeça da juventude. Conheci os Beatles como retardatário e hoje ainda gosto muito deles. Infelizemente, alguma coisa me incomodava com respeito ao John Lennon, como pessoa e como cantor/compositor. Descobri hoje que pode não ter sido culpa dele:
"É senso comum atualmente atacar a religião como sinônimo de atraso e até mesmo limitação intelectual. Diversas reportagens pipocam nos jornais e TVs mostrando como líderes religiosos de diversas correntes exploram a ignorância do seu rebanho em benefício próprio.A imprensa, os intelectuais -sei lá mais quem - costumam cair nesta cilada armada pela consciência coletiva contra a religião que acaba culminando no acima: "religião é pros ignorantes", e "Imagine" é a oração da elite intelectualizada.... (via SeLiga)
Nesse verdadeiro saco de gatos entram desde o pastor e pai-de-santo picaretas até religiosos cujas vidas se resumem ao exercício puro da sua fé.
Na TV vemos apresentadores e celebridades com cara - e cérebro - de ameba vomitando superioridade sobre esses "pobres ignorantes" que se afundaram no obscuantismo da religião.
Hoje pela manhã ligo a televisão e vejo uma reportagem sobre Jonh Lennon que diz:
"Um documentário mostra a guerra entre John Lennon e o presidente dos EUA Richard Nixon. Nos anos 1970, o ex-Beatle foi perseguido pela CIA. Nem assim parou de desafiar os poderosos e lutar pela paz."
Como alguém com mais de 13 anos pode levar a sério uma coisa dessas?
É clara - pelo menos para um cínico como eu - que a idéia é alimentar o fogo que está se apagando (leia-se cheques depositados na conta da viúva Yoko).
Daí vem meu espanto: pessoas tão esclarecidas, tão modernas e tão superiores ao obscurantismo religioso adotam cada ídolo que pelamordedeus!
Para alguém que escreveu "imagine no possessions", bem que ele poderia viver mais modestamente:Mansão? Mansão? Bem, sejamos justos: ele disse "I wonder if you can" e não "I wonder if we can".
06 setembro 2006
Uma coisa é uma coisa... outra coisa...

Como latinoamericano consciente, não pude deixar de republicar:
"Já repararam que Pinochet é sempre - devidamente - tratado como "ditador" mas Fidel geralmente é tratado como "líder" pela nossa imprensa?Não sei se é por ignorância, falta de conhecimento histórico, mas... não há razões para "admirar" um senhor destes, sem admirar o outro... (via SeLiga)
HAVANA - O líder cubano Fidel Castro...
SANTIAGO - O ex-ditador do Chile, Augusto Pinochet, ...
Interessante..."